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  • Conheça o Institudo Medicina Em Foco

    Conheça o Institudo Medicina Em Foco

    Um novo espaço para chamar de seu!

    O Instituto Medicina em Foco, que tem como um dos idealizadores o coloproctologista e cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa, @drrodrigobarbosa , é uma clínica médica com diversas especialidades e serviços, onde o foco central é a saúde do paciente de modo integrado, atendendo as mais diversas demandas em medicina preventiva, procedimentos e cirurgias.

    No Institudo Medicina em Foco são mais de 30 especialistas nas diversas áreas da saúde como; Cardiologia, Cirurgia Plástica, Endocrinologia, Nutrologia, Urologia, Cirurgia Bariátrica, Cirurgia Vascular, Ginecologia e Obstetrícia, Coloproctologia, Infectologia, Psicologia, Nutrição entre outros…

    Dentro do espaço Medicina em Foco é oferecido consultas online e presenciais.O agendamento pode ser feito de forma rápida e simples acessando o site e clicando em "agendamento".

    Neste link, a plataforma te direcionar para o whatsapp onde você poderá marcar a sua consulta nas diversas especialidades com horários compativeis com a sua disponibilidade.

    A fim de dispobilizaro máximo em prevenção e cuidado, a clinica oferece o melhor dos exames e procedimentos como; bioimpedância, endoscopia e colonoscopia, infusão de medicamentos, ultrassom dopler, ecocardiograma, exames laboratoriais, mapa, ultrassonografia, eletrocardiograma, holter e procedimentos cirúrgicos com sedação. Estão também disponíveis em nossa unidade serviço de vacinação para HPV quadrivalente e nonavalente, dengue, herpes zoster e outras. Além de um serviço de infusão de imunobiológico completo.

    O projeto proporciona assistência humanizada, personalizada e todos os profissionais atuam sempre orientados por valores sólidos, com a missão de ter o paciente como o centro de suas ações.

    O Instituto Medicina em Foco definitivamente é o seu lugar quando o assunto é saúde preventiva, por isso, eles também desenvolveram um núcleo onde temas importantes são destacados como; emagrecimento, saúde LGBT+, saúde do homem e saúde da mulher.

    Conheça mais sobre o Instituto Medicina em Foco acessando o site : www.emfoco.med.br

  • A Melhor Técnica Existe?

    A Melhor Técnica Existe?

    Se você é portador da Doença Pilonidal ou conhece alguém que tenha, provavelmente já se questionou sobre a melhor técnica para o tratamento do cisto pilonidal, não é mesmo? Antes de responder essa pergunta, são mais de 16 métodos nesses 180 anos desde a primeira descrição da patologia feita pelo Hebert Mayo em 1833, mas você conhece as principais técnicas desenvolvidas para solucionar o problema?

    Cirurgias tradicionais

    Segunda Intenção (aberta)

    Talvez a mais temida porém mais eficaz para o tratamento do cisto pilonidal é ressecção em bloco da doença com cicatrização natural (sem pontos).

    Na literatura apresenta menor taxa de recidiva 3-5%, mas ​ infelizmente, apresenta um pior resultado estético, maior tempo de retorno as atividades diárias, que pode variar entre 3 meses e 1 ano. – Maior dor no pós-operatório – Adoecimento da cicatriz (a cicatriz pode tornar-se frágil e aparecer feridas na mesma) – Necessidade de auxílio por longo prazo na troca de curativos.

    Primeira Intenção (com pontos, fechada) e Marsupialização

    A cirurgia fechada é aquela que é feita com sutura, ou seja, com pontos. A área comprometida pode ser fechada por completo ou parcialmente (marsupialização – técnica mista) então, poderá ficar aberto para cicatrização espontânea.Elas são indicadas para casos selecionados.Nessa técnica tradicional, o fechamento dos pontos na linha média (meio do corpo) está associada à um aumento drástico no número de recidivas (retorno do cisto), cerca de 30% mais que na aberta. Provavelmente por cair pelos na região central. ​ Além disso, esses pontos tem de ser dados com muita tensão, o que pode levar os pontos a abrirem com muita facilidade. ​ Um outro ponto negativo do fechamento da ferida é o aumento na incidência de infecções na ferida operatória, o que pode causar retardo ainda maior no retorno das atividades usuais.

    Retalhos

    Alguns pacientes têm doenças complexas e que se tornam recorrentes.

    Com isso, a pele sofre tamanha deformação que torna impossível o fechamento do defeito apenas com a aproximação por pontos.

    Assim, faz-se necessário a mobilização da pele de uma área doadora e deslocamento desta para o local doente.Em outras palavras, esse procedimento é chamado avanço de retalho. Dependendo do médico que realiza a técnica, do desenho e da profundidade atingida, ela pode receber nomes como: Limberg, Karydakis, romboide (forma de trapézio), miocutâneo, entre outros. Os avanços de retalho são alternativas eficazes para o tratamento da doença pilonidal grave ou recorrente, mas exigem grande experiência do cirurgião e apresentam mais riscos de complicações.

    Cirurgias minimamente invasivas

    Laser de Diodo

    A utilização do laser para fechamento de feridas de difícil cicatrização tem sido aplicada em várias especialidades médicas como cirurgia vascular, ortopedia e ginecologia. Desta forma, naturalmente a coloproctologia adotou essa tecnologia há alguns anos.

    O procedimento é realizado através de uma fibra (catéter) inserido dentro das aberturas do cisto pilonidal. O médico coloproctologista faz a limpeza minuciosa do local, com remoção de pêlos e tecidos. Em seguida, com a fibra laser de raio circular, ele cauteriza e coagula o cisto por dentro, promovendo o seu fechamento.Por ser uma téncica minimamente invasiva, proporciona uma excelente qualidade de vida.

    E.PS.i.T – Endoscopic Pilonidal Sinus Treatment

    O EPSIT vem apresentando resultados promissores. Como toda cirurgia minimamente invasiva, tem como vantagens recuperação e cicatrização mais rápidas, menos dor no pós-operatório, retorno precoce às atividades habituais e ferida pós-operatória pequena.

    É realizado com o auxílio de um instrumento ótico fino (fistuloscópio), conectado a um sistema de vídeo, que possibilita iluminar e visualizar o cisto internamente.

    O fistuloscópio também permite a passagem de instrumentos cirúrgicos, como um eletrocautério, pinças e escovas. Desta forma, é possível promover a limpeza de todo o conteúdo do cisto e a cauterização de suas paredes sem que uma abertura seja necessária.

    Agora que você conhece as principais técnicas para o tratamento do cisto pilonidal, será que existe uma melhor?

    A resposta é SIM!A melhor técnica será sempre a indicada para o seu caso.

    Cada doença tem suas particularidades e essa decisão pela escolha deve ser feita em conjunto com o seu cirurgião. Nenhuma técnica é 100% eficaz e nem todas são desenvolvidas para todos os casos.Escolher um coloproctologista experiente faz toda a diferença. Busque ajuda do especialista.

    Tem dúvida? Envie para a gente!

  • O que pode acontecer se não retirar um cisto pilonidal?

    O que pode acontecer se não retirar um cisto pilonidal?

    O cisto pilonidal é um distúrbio que causa uma bolsa de células epiteliais. É uma variante do cisto dermoide, e pode ser composta por pelos, pele e glândulas sebáceas.

    Acomete indivíduos jovens de ambos os sexos e incide habitualmente entre os 17 e os 30 anos, embora não seja incomum observarmos pacientes em idade acima de 35 ou 40 anos.

    A origem da doença ainda não está bem estabelecida. Mas, de maneira geral, está associada ao início do aparecimento de pelos que vão penetrando entre as nádegas na região próxima ao osso grande e triangular localizado na base da coluna vertebral.

    Sua parte superior se conecta com a última vértebra lombar e sua parte inferior com o osso da cauda ou cóccix.sacro e ao é um pequeno osso da parte inferior da coluna vertebral, o cóccix.

    A doença normalmente é descoberta por meio dos seus sintomas, que podem incluir dor, vermelhidão e calor por conta do processo inflamatório.

    Nesta fase um orificio pode surgir no local, de onde saem secreções purulentas.

    Se o portador tiver abscesso é primordial procurar um Pronto Atendimento mais próximo pois é necessário realizar a drenagem para a melhora dos sintomas.

    No caso de um diagnóstico de cisto pilonidal, a primeira coisa a se fazer é procurar um coloproctologista, que é o especialista mais indicado para o quadro.

    O tratamento definitivo é feito com cirurgia e a remoção da membrana que reveste o cisto. Além disso, também é preciso remover os pelos e os restos de pele que se encontram dentro do cisto na região sacral.

    Mas o que acontece se não retirar o cisto pilonidal?

    Sem o tratamento correto, a dor não vai parar. Na verdade, é necessário cessar o processo de inflamação por meio de um tratamento adequado, visto que, sem isso, a patologia só irá progredir.Um cisto cronicamente infectado comporta o risco formar abscessos constantemente, orifícios que eliminam pus (fístulas), tecido morto morte de célula ou tecido orgânico (necrose) e espaços e túneis debaixo da pele. Esta é uma doença que não cicatriza se não for tratada adequadamente.Além disso, se tornar uma doença complexa de dificil tratamento.

    Os cistos pilonidais quando não tratados, embora raras, essas condições podem gerar complicações ligadas ao carcinoma de células escamosas, que se caracteriza como um tipo de câncer de pele.

    Após o tratamento cirúrgico para que o surgimento do cisto pilonidal não seja favorecido, alguns cuidados são fundamentais entre os pacientes. Inclusive, essas medidas devem ser recomendadas às pessoas que já sofrem com a doença, para que ela não se agrave. Nessas situações, entre as recomendações que os médicos devem passar para os pacientes, destacam-se: Não permanecer muitas horas sentado, procurando levantar e caminhar periodicamente a cada duas horas; evitar impacto na região; manter a região livre de suor, umidade e garantir que ela esteja sempre limpa; evitar a obesidade, mantendo o peso recomendado para a estatura e idade; se possível, não usar roupas íntimas feitas de tecido sintético; depilar a região frequentemente ou fazer depilação a laser, principalmente se os pelos forem encaracolados e mais espessos.

    Cuide do seu cofrinho, procure o coloproctologista.

  • Cuide do seu cofrinho, procure o coloproctologista!

    Cuide do seu cofrinho, procure o coloproctologista!

    Por se tratar de um grande tabu, a proctologia acaba sendo uma área que envolve muita vergonha, medo e fragilidade.

    Normalmente um paciente que sofre de algum problema, como a Doença Pilonidal por exemplo, passa por um período de ignorar ou até mesmo desprezar seus sintomas.

    Muitos pacientes deixam de procurar o médico, ou postergam ao máximo.

    E quando o procuram, por vezes lidam com médicos generalistas, grosseiros, sem a delicadeza e sensibilidade necessárias para lidar com os problemas desta região.

    Não é raro um paciente com o cisto pilonidal já ter passado por diversos médicos até chegar ao médico especialista: o Coloproctologista ou Proctologista.O coloproctologista é um cirurgião especializado em tratamentos cirúrgicos e não cirúrgicos de doenças do intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus.

    Ele tem formação avançada em problemas do intestino, além de ter tido treinamento na especialidade da cirurgia geral.

    A Coloproctologia é a especialidade exercida pelo coloproctologista.

    É a parte da gastroenterologia direcionada aos estudos das doenças do intestino grosso e delgado, do reto e ânus.

    Antes conhecida como Proctologia, a especialidade médica passou a ser melhor referida pelo termo Coloproctologia por incluir também o estudo e abordagem terapêutica das doenças do intestino grosso e Delgado.

    Atribui-se a John Arderne (1307 – 1392) a autoria da primeira publicação sobre a Proctologia. Sr. Arderne era um cirurgião inglês sendo considerado, por alguns, o pai da Proctologia.

    Sua publicação mais famosa foi um tratado sobre tratamento de fístula anal.

    Tratam das doenças benignas e malignas.

    Realizam exame físico no períneo conhecido como toque retal.

    Realizam também anuscopia e retossigmoidoscopia, ultrassonografia e endoscopia digestiva baixa, a colonoscopia.

    Esses são os exames que podem definir se o tratamento será clinico ou cirúrgico.

    O coloproctologista é o médico mais indicado para fazer as orientações sobre constipação intestinal, sexo anal, distúrbios na evacuação, prevenção do câncer de intestino e prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis assim como oferecer as melhores indicações de prevenção e tratamentos nos assuntos referidos.

    O coloproctologista trata doenças como: hemorroidas, fissuras anais, abcessos perianais, fístulas perianais, lesões pós-cirúrgicas do ânus, doenças sexualmente transmissíveis, prolapso retal, constipação, Incontinência anal, tumores benignos e malignos do intestine grosso, do intestino delgado e do reto, doença diverticular do intestino, doenças intestinais inflamatórias específicas e não específicas, tais como retocolite ulcerativa inespecífica e Doença de Crohn e doença pilonidal.

    Muitos pacientes ficam em dúvidas, diante de tantas especialidades médicas, qual especialista que eles devem procurar quando tem sintomas anais e intestinais. Duas áreas que geram muitas dúvidas são a coloproctologia com a urologia praticada por especialistas urologistas.

    O urologista trata das doenças relacionadas aos rins, ureteres, bexiga, e das doenças que acometem o aparelho genital masculino formado pelos testículos, vesículas seminais, canal deferente, prostate e pênis.

    O coloproctologista faz o exame de toque retal para examinar o reto e o urologista utiliza esse exame para diagnosticar doenças da próstata.

    Esse exame é o principal motivo de confusão.

    Por isso alguns pacientes com hemorroida procuram o urologista e alguns pacientes com doenças da próstata procuram o coloproctologista.

    Da avaliação clínica até a cirurgia, indicada para casos muito específicos de cisto pilonidal, você pode contar com os cuidados oferecidos pelo Dr. Rodrigo Barbosa. Dispomos de equipe altamente especializada em cirurgia para o tratamento do cisto pilonidal, além da alta técnologia do tratamento minimamente invasiva e estrutura moderna e confortável para a realização desses procedimentos.

    Nosso objetivo é exercer uma medicina de excelência, humanizada, baseada na ética e no conhecimento científico e ajudar o paciente a conquistar uma melhor qualidade de vida. Para mais informações, entre em contato.

  • Abscesso Pilonidal – Tudo o que você precisa saber.

    Abscesso Pilonidal – Tudo o que você precisa saber.

    Como já abordamos aqui, a doença pilonidal ou como também é chamado de cisto sacro coccígeo ou simplesmente cisto pilonidal, é um problema crônico.

    Nele, se forma um nódulo ou cisto inflamado envolvido por um tipo de “membrana”.

    Os sintomas de um cisto pilonidal realmente aparecem na fase aguda, quando se forma um nódulo (abscesso) na parte superior do sulco entre as nádegas com sinais típicos de processo inflamatório e infeccioso: dor, rubor, calor e edema com saída de secreção purulenta por um orifício que se abre na pele.

    À medida que a infecção progride, novos orifícios podem surgir dando origem a fístulas que ajudam a drenar o pus. Dependendo do tamanho do orifício, é possível enxergar os pelos no interior do cisto e retirá-los. Febre, náuseas e cansaço extremo são outros sintomas possíveis da doença pilonidal.

    Além disso, tem como conteúdo como fragmentos de pele, glândulas sebáceas e sudoríparas.

    Quando evolui para o abscesso, maioria das vezes, torna-se uma massa dolorosa, vermelha e quente ao toque. O abscesso pilonidal pode aparecer em várias partes do corpo, mas é mais comum na região do cóccix, poucos centímetros acima do ânus.

    Conforme o abscesso progride, ele pode formar uma “ponta” e, em seguida, sofrer uma ruptura espontânea.

    A maioria dos abscessos vai continuar a piorar sem cuidados.

    A infecção pode se espalhar para os tecidos sob a pele e até mesmo para a corrente sanguínea.

    Abscessos são coleções de pus em espaços teciduais confinados.

    A dissecção progressiva pelo pus ou a necrose de células circundantes expandem o abscesso.

    O tecido conjuntivo altamente vascularizado pode, então, ser circundado por tecido necrótico.

    Não é indicado tentar drenar o abscesso

    pressionando-o.

    Isso pode empurrar o material infectado para os tecidos mais profundos.

    Não enfie uma agulha ou outro instrumento pontiagudo no centro do abscesso, porque você pode fazer com que a infecção se espalhe.

    Vale ressaltar que esse quadro é preciso atenção máxima!

    O abscesso pilonidal muitas das vezes é tratado de forma errada pelos portadores.

    Receitas caseiras estão entre os maiores erros que o portador com o cisto pilonidal pode cometer, essa conduta pode, inclusive, causar complicações gravíssimas.

    Lembre-se abscesso é urgência! 🚨

    Procure um pronto socorro mais próximo!

    Em geral, um abscesso deve ser drenado por um médico para que os sintomas melhorem, desta forma, a drenagem não é o tratamento efetivo do cisto pilonidal.

    A drenagem cirúrgica é realizada através de uma incisão que elimina as secreções, o que alivia em muito a dor provocada pela pressão existente dentro do abscesso. Os pequenos abscessos podem ser drenados sob anestesia local e os abscessos maiores e mais profundos podem necessitar internação hospitalar e a ajuda de um médico anestesista.

    Nestes casos também está indicada a administração de antibióticos, desta vez por via intravenosa porque se manifestam com mais gravidade. Pacientes portadores de diabetes, leucemia e outras doenças que levam à deficiência imunológica necessitam de cuidados especiais pela gravidade e rapidez com que a infecção pode evoluir.

    Não subestime o abscesso!

    É importante buscar cuidados médicos adequados se você suspeitar de um cisto pilonidal. O tratamento oportuno traz qualidade de vida e retorno pleno as suas atividades. Hoje em dia temos diversas técnicas minimamente invasivas que trazem recuperação acelerada. Converse com seu proctologista sobre.

  • Abril Preto – Mês de conscientização da Doença Pilonidal

    Abril Preto – Mês de conscientização da Doença Pilonidal

    A campanha Abril Preto foi criada pelo grupo de apoio fundado pela Debbie, o Cisto Pilonidal Grupo e Suporte em 2017.

    O projeto considerado o maior suporte do cisto pilonidal do mundo tem proporcionado acolhimento à milhares de portadores, compreendendo as suas necessidades e compartilhando conhecimento nesse universo particular do cofrinho.

    O Abril Preto iniciou-se em 2017, quando alguns membros se reuniram para chamar atenção da coloproctologia, especialidade que trata da patologia, já que o cisto pilonidal ainda era pouco falado.

    Então, decidiram nomear o mês de abril como o mês oficial do Cisto Pilonidal.

    Após essa decisão, optaram pela cor preta como forma de "protesto" e também com o intuito de proporcionar leveza, afinal, as doenças orificiais ainda possuem o grande tabu na sociedade.

    O nosso cofrinho precisa de atenção e o Abril Preto veio para somar!

    O Abril Preto tem como missão alcançar todos os assuntos importantes sobre a Doença Pilonidal para a sociedade em geral.

    O cisto pilonidal é caracterizado pelo surgimento na região do cóccix (entre o final da coluna vertebral e a parte superior das nádegas) e no interior da pele de uma lesão sólida de consistência borrachosa, recoberta por uma membrana, em cujo interior podem ser encontrados elementos como pus, pêlos, pele morta e glândulas.

    Também pode formar um trato até a parte externa do corpo do paciente, fazendo com que, na pele, sejam eliminados parte do pus e dos elementos em seu interior.

    Conforme o cisto pilonidal evolui, ele pode até mesmo causar necroses na pele, além da formação de fístulas e outros túneis em seu redor.

    O cisto pilonidal é uma variante do cisto dermoide e surge mais comumente na região do cóccix, mas também pode aparecer em outras áreas do corpo, como nas axilas, no umbigo e em outras partes onde haja a presença de pelos, como no couro cabeludo.

    Ele também pode ser chamado de cisto sacrococcígeo ou de abcesso pilonidal e é mais comum em pacientes do sexo masculino.

    Acredita-se que o cisto pilonidal possa ser causado por vários fatores, como alterações hormonais que estimulam a formação de pelos na pele do paciente.

    Também há teorias que falam que o cisto pilonidal foi formado por pelos que se desprenderam dos folículos capilares do paciente, mas continuaram próximos à pele (como presos nas roupas, por exemplo). Com o atrito e o calor, esses pelos podem acabar adentrando a pele do paciente e o organismo forma o cisto pilonidal ao seu redor como forma de proteger o corpo.

    Pelos encravados também são apontados como sendo uma das causas do cisto pilonidal.

    O que se sabe é que os cistos pilonidais podem surgir mais de uma vez em um mesmo paciente.

    Surgimento de um nódulo na parte superior das nádegas, na região do cóccix;

    • eliminação de um líquido malcheiroso por meio desse nódulo;

    • inchaço na região do nódulo;

    • dor na região do nódulo;

    • febre;

    • náusea;

    • cansaço.

    O #ABRILPRETO tem o intuito de promover visibilidade ao cisto pilonidal, uma doença pouco falada e alcançar a sociedade como um todo, proporcionando informação simplificada além de buscar apoio com especialistas para abraçarem esta causa conosco.

  • O que há de novo no tratamento para o Cisto Pilonidal?

    O que há de novo no tratamento para o Cisto Pilonidal?

    Há mais de 10 anos a evolução no tratamento para o cisto pilonidal já é uma realidade. As técnicas, minimamente invasivas, oferecem resultados tão positivos quanto a cirurgia convencional, mas com muito mais conforto aos pacientes.

    O cisto pilonidal é uma doença relativamente comum em adolescentes e adultos jovens, geralmente observada dos 15 aos 30 anos de idade, acometendo ambos os sexos, porém notóriamente predominante no sexo masculino em 80% dos casos. Trata-se de uma inflamação crônica, localizada na região do cóccix. É bastante incômoda e dolorosa por ser com tratamento cirúrgico.

    As causas da doença ainda são motivo de controvérsia, mas dentre as teorias mais aceitas estão atrito no local, inversão do crescimento do pelo e microtraumas, que levariam à inflamação crônica e formação dos cistos e trajetos fistulosos. Além de outros fatores como obesidade, problemas hormonais, tabagismo… Com o avanço tecnológico e desenvolvimento de novas técnicas e materiais, houve um grande avanço na medicina, propiciando o surgimento da cirurgia minimamente invasiva para o tratamento de diversas doenças.

    A coloproctologia também apresentou grandes avanços nos últimos anos. Houve uma melhora na técnica e no resultado do tratamento de hemorroidas, fístula anal, fissura e cisto pilonidal. Surgiram procedimentos mais eficazes e efetivos que podem ser realizados com alta no mesmo dia. Causam menor trauma cirúrgico, diminuindo a dor e risco de complicações no pós-operatório e propiciam uma recuperação mais rápida com retorno precoce ao trabalho.São procedimentos que tratam o paciente com menos trauma, sem necessidade de curativos por longo prazo e mais conforto.

    Duas técnicas estão desde então ganhando destaques – O Laser de Dioso e o EPSiT.

    E.P.S.I.T. – Endoscopic Pilonidal Sinus Treatment, é qualificada por apresentar melhor resultado estético e menor tempo de recuperação, o que garante ao paciente um retorno mais rápido às suas atividades habituais. Procedimentos cirúrgicos para o tratamento de cisto pilonidal podem ser executados com o uso da técnica E.P.S.I.T, que é realizada com o auxílio de um instrumento ótico fino (fistuloscópio), conectado a um sistema de vídeo e irrigação com solução hipertônica, o que permite a visualização total da fístula. A retirada do conteúdo é feita através de uma pinça de apreensão de corpos estranhos, sendo que o arcabouço (tecido de granulação) desta cavidade deve ser destruído por cauterização. Por fim, o tecido cauterizado é removido através do atrito de uma escova de citologia e o orifício é ampliado para facilitar a drenagem e cicatrização. Como resultado, a intervenção cirúrgica apresenta feridas pós-operatórias reduzidas (cerca de 2cm) e com menor período de cicatrização de aproximadamente 3 semanas.

    Laser de Diodo – Neste caso, através do fibra do laser é possível promover o estímulo de cicatrização potente do cisto, promovendo seu fechamento sem necessidade de grandes cortes e feridas abertas. Este procedimento pode ser realizado no bloco cirúrgico e também no consultório, dependendo do tamanho e da extensão do cisto. Costuma ser uma cirurgia rápida, ambulatorial e que apresenta uma recuperação pós-operatória confortável.Com o tratamento a laser, o processo de cicatrização é muito mais rápido.

    Em alguns casos de cistos menores, ele pode durar apenas 10 dias.

    Os curativos também são mais simples, e podem ser feitos em casa.

    Vale ressaltar que a combinação das duas técnicas também é possível! Procure pelo coloproctologista habilitado em tratamento minimamente invasivo e faça a sua avaliação para saber se seu caso é indicado.

    Você já tinha ouvido falar nessas técnicas? Qual sua dúvida? Entre em contato conosco!

  • Os principais mitos sobre a Doença Pilonidal

    Os principais mitos sobre a Doença Pilonidal

    Vamos falar sobre os mitos e dúvidas em torno do cisto pilonidal? Mas antes, a palavra pilonidal quer dizer "ninho de pelos", o cisto pilonidal é um cisto derivado de células produtoras de pelos.Apesar de controversa, a provável origem do cisto pilonidal vem do aumento da pressão na região interglútea associado a existência de pelos no local.

    Veja abaixo os principais mitos sobre a Doença Pilonidal.

    ❌A doença não é congênita, ou seja, você não nasce com o cisto pilonidal.

    Alguns fatores fazem com que você desenvolva o Cisto Pilonidal.

    E se você tem um parente próximo com o problema é apenas coincidência pois também não há uma ligação direta com a doença hereditária.

    ❌Apesar do termo "pilo" dar origem a causa da doença, nem todo cisto contém pelos.

    O desenvolvimento da patologia pode ocorrer devido ao outro vilão, o trauma.

    ❌Drenagem (seja espontânea ou) cirúrgica não é o tratamento definitivo.

    A drenagem é importante pois ajuda a aliviar os sintomas.

    ❌Não há nenhum estudo científico que comprove que ingerir certos alimentos faça com que o portador tenha uma crise.

    ❌O cisto NÃO "some" sem a remoção do mesmo!

    Estar "inativo" por um período não significa que a doença desapareceu!

    ❌Se você TEM secreção, fístula, granuloma, coçeira, fisgadas…mas não tem dor, a sua doença não é assintomática.

    A ausência de dor não significa fase assintomática ou branda da doença.

    Cuide do seu cofrinho, procure o coloproctologista!

  • Minha ferida coça muito, é normal?

    Minha ferida coça muito, é normal?

    A resposta é: Depende!

    Antes de falar da coceira que a maioria dos pacientes que estão no processo de cicatrização relatam, vamos entender como ocorre a cicatrização de um ferimento?O processo de cicatrização é composto por três fases:

    Fase Inflamatória:

    Ocorre corre a liberação de mediadores químicos e a ativação do sistema de coagulação sanguínea. Características: presença de exsudato (secreção da lesão); pode haver edema, vermelhidão e dor.

    Fase Proliferativa:

    Proliferação de fibroblastos, que dão origem ao processo de “fibroplasia”, as células se proliferam e resultam em rica vascularização e infiltração de macrófagos.

    Ao final, há formação do tecido de granulação

    Fase de Reparo:

    É a última fase, onde o tecido formado na fase anterior é remodelado, melhorando a resistência e aspecto da cicatriz.

    O realinhamento das fibrinas melhora progressivamente o aspecto da cicatriz, passando do vermelho escuro ao tom rosa claro e esse processo pode durar meses.

    E a coceira na cicatrização?

    Vamos esclarecer por que isso acontece!

    Todos já sabemos que, no processo de cicatrização seja ele de um corte qualquer ou um procedimento cirúrgico, que gera também uma ferida operatória, temos um processo de cicatrização.

    Nesse processo de cicatrização temos várias fases, e uma delas é a fase inflamatória. Essa fase inflamatória recruta várias células, que são responsáveis pelo fechamento dessa ferida.

    Os terminais nervosos são estimulados e geram dor. Essa dor pode ser proporcional ao tamanho da fase inflamatória da cicatrização.

    Quando a ferida já está fechando e cicatrizando, diminuem as células inflamatórias, com isso pode restar a sensação de coceira.

    Pode parecer estranho, mas a coceira é o sintoma mínimo da dor.

    Uma dica de ouro é: NÃO COÇE! Faça compressas geladas na área que está coçando, ou pequenas pressões com a mão ao redor da ferida, isso pode enganar a sensação de coceira.

    Se as coceiras estiverem insuportáveis ou prolongadas, fale com o seu cirurgião, pois pode ser que seja necessário o uso de medicação para controlar esse sintoma.

  • Cisto Pilonidal Inflamado – O que fazer quando tenho um?

    No terceiro e último vídeo da série disponível no YouTube Medicina Para todos, o Dr. Rodrigo Barbosa esclarece sobre: Cisto Pilonidal Inflamado – o que esperar quando tenho um?

    Muita gente negligencia o tratamento adequado do cisto pilonidal, com medo da dor ou falta de tempo. Porém, é importante ficar atento aos sintomas, pois o cisto pode até malignizar ou virar um grande abscesso.

    Sempre nessas situações é importante uma avaliação de urgência por um cirurgião para avaliar a necessidade de drenagem e/ou antibióticos.

    Em casos de formação de abscesso, o procedimento indicado para alívio do quadro é realizar a drenagem da secreção purulenta por uma pequena incisão na pele.

    A intervenção é feita sob anestesia, não havendo necessidade de internação hospitalar na grande maioria dos casos. Mas não se engane, este tratamento não é um caminho para a cura! Infelizmente, a doença é predominantemente recorrente e nesses casos a indicação é fazer uma cirurgia após a melhora da crise.

    No vídeo, o especialista esclarece também a dúvida sobre o tratamento cirúrgico na fase aguda.

    Será que é possível?

    Confira abaixo!

    Em nosso portal na aba, "cisto pilonidal inflamado", deixamos algumas orientações importantes para você que não tem acesso ao cirurgião nesse caso de urgência.

    Clique aqui.